300 mil alunos sem aula.
A enchente dos rios no Amazonas causou, além dos prejuízos materiais, a suspensão de aulas nas redes pública e particular de ensino. A estimativa é de que, em pelo menos 43 municípios em situação mais crítica, cerca de 300 mil estudantes tiveram as aulas suspensas, segundo informou o secretário de Educação do Estado, Gedeão Amorim.
Os maiores problemas são a dificuldade de transportar os alunos de suas comunidades para as escolas, o que é feito normalmente em barcos alugados pelas prefeituras locais, e a inundação dos prédios. Em municípios como Canutama, no rio Juruá, as duas escolas estaduais foram usadas para abrigar pessoas desalojadas.
No município do Careiro da Várzea, a 20 km de Manaus, três das seis escolas situadas na zona rural pararam suas atividades e deixaram cerca de 1,2 mil alunos sem aula, incluindo ensinos médio e fundamental, além da educação de jovens e adultos (EJA). A Escola Estadual Coronel Fiúza, que tem 800 alunos e fica na sede do município, também deverá suspender as aulas a partir do dia 15 deste mês, como informou o diretor da unidade, Raimundo Holanda.
A água do rio Solimões, que invadiu mais de 80% da cidade, está a menos de 50 m do prédio da escola. "Os alunos têm dificuldade de vir para a aula. Por isso deveremos parar também. Tudo está sendo decidido em conjunto com os pais", explicou o diretor. Em Anamã e Barreirinha, todas as 10 escolas públicas estão alagadas. A Secretaria de Educação do Amazonas também resolveu suspender o programa de ensino à distância, que atende 15 mil alunos. Pelo menos um terço das 524 salas de aula ficou com o funcionamento prejudicado pela cheia.
as enchentes estao cada vez mais polemicas
ResponderExcluir' Oh o Cleyton ta ficando esperto hein!!!
ResponderExcluir^-^